Em resposta à crise no tribunal, Fachin defende STF e Toffoli, mas não desistiu de código de conduta

  • 23/01/2026
(Foto: Reprodução)
O agravamento da crise de imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) levou o presidente do tribunal, Edson Fachin, a sair em defenda da instituição e do ministro Dias Toffoli, afirmando que o Supremo não se curvará a ameaças e que Toffoli está no seu papel "regular" de supervisão judicial. Isso não significa, porém, que Edson Fachin esteja tranquilo com tudo o que está acontecendo no tribunal que comanda. Pelo contrário, está preocupado. Foi por isso que divulgou a nota defendendo a instituição, mas ele não desistiu, por exemplo, de aprovar um código de conduta dos ministros da Corte. Fachin disse a interlocutores que está buscando apoio à sua proposta na base do convencimento pelo diálogo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: PF mira aplicações de R$ 1 bilhão do Rioprevidência no Banco Master; presidente e diretores são alvo de buscas O lema de Fachin é que democracia toma tempo, mas vale a pena, e que está fazendo diálogos abertos com todos, sem exceção. A decisão final, que não tem pressa para ser tomada, mas também não pode demorar demais por causa do agravamento da crise, será do colegiado do STF, que terá de definir o procedimento e o conteúdo no tempo apropriado. Fachin já teria o apoio de pelo menos quatro ministros. A avaliação dentro do Supremo é que um código de conduta pode ajudar a debelar a crise de imagem, mas apenas ele não será suficiente a depender do rumo das investigações sobre as fraudes bancárias que teriam sido cometidas pelo banco Master. Ministro Luiz Edson Fachin durante coletiva em Bauru (SP) TV TEM/reprodução Devolução do inquérito Por isso, uma ala do STF defende como a saída imediata para essa crise é a devolução do inquérito do banco Master para a Justiça Federal, de onde veio. Na avaliação de ministros que defendem essa solução, não há base jurídica real, até agora, para que o processo tramite no Supremo. Toffoli poderia alegar que aguardou as primeiras investigações para checar se surgiria algum novo nome de autoridade com foro privilegiado sendo investigado no caso Master. O que motivou a ida do inquérito para o Supremo não tem relação com as investigações. O deputado João Carlos Bacelar teve um documento encontrado em operação da PF sobre um empreendimento imobiliário em parceria com Daniel Vorcaro, dono do Master. Mas não tem nenhuma relação com as investigações sobre o Master. Esse motivo alegado por Toffoli foi criticado por juristas e até colegas no STF.

FONTE: https://g1.globo.com/politica/blog/valdo-cruz/post/2026/01/23/em-resposta-a-crise-no-tribunal-fachin-defende-stf-e-toffoli-mas-nao-desistiu-de-codigo-de-conduta.ghtml


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