Nada de arroz: saiba o que fazer se o celular cair na água

  • 26/01/2026
(Foto: Reprodução)
Saiba o que fazer se o celular cair na água O celular caiu na água ou, por algum acidente, ficou encharcado. Calma, dá para tentar salvar o smartphone. O Guia de Compras reuniu as imelhores recomendações dos fabricantes para tentar resolver o problema. Nada de colocar o aparelho em um pote com arroz, hein? ✅Clique aqui para seguir o canal do Guia de Compras do g1 no WhatsApp Veja a seguir o que fazer e o que não fazer no caso de derrubar água (ou algum outro líquido) no telefone e saiba qual é o nível de proteção do seu aparelho. O que fazer: Desligue o aparelho imediatamente. A Samsung diz que a umidade no dispositivo pode causar sérios danos ou corrosão na placa-mãe. Talvez precise dar um banho: as fabricantes também indicam que pode ser necessário remover impurezas que tenham entrado no telefone – vindas da água do mar (que tem sal), da piscina (com cloro e outras sujeiras) ou resíduo de alguma bebida. Nesse caso, a recomendação das marcas é mergulhar o celular em água limpa por 1 a 3 minutos para remover essas impurezas. Use um pano seco para secar a parte externa. Sem excesso: Tente remover o líquido restante batendo de leve no topo do aparelho, com o conector USB apontado para baixo. Bote para secar: Coloque o telefone em um local seco e com bastante fluxo de ar – pode ser perto de um ventilador. A água irá evaporar aos poucos. Será que está pronto para usar? Caso surja na tela um alerta de umidade – que aparece em iPhones e alguns modelos Samsung Galaxy –, ainda pode ter um resto de água nos conectores. Continue com o telefone em uma área seca, com bastante fluxo de ar, entre 24 horas (na recomendação da Apple) e 48 horas (conforme o site da Motorola). Use um carregador sem fios: se for preciso recuperar alguma informação urgente do celular e ele estiver descarregado, uma alternativa – caso seja compatível – é utilizar um carregador sem fios, para evitar o uso de cabos. Não se esqueça de secar a traseira do telefone antes. Nem toda situação de exposição à água é igual. Se o problema não for resolvido, é recomendável procurar a assistência técnica do fabricante do celular para uma avaliação técnica. O que não fazer: Nada de arroz: Não coloque o smartphone em um recipiente ou saco de arroz. "Pequenas partículas de arroz podem causar danos", diz a Apple, em nota em seu site de suporte. Nada de cotonete: Sempre existe a tentação de usar um cotonete ou palito para enxugar o celular: os resíduos de algodão (ou outro material) podem ficar presos dentro dos orifícios dos alto-falantes, do conector de fone de ouvido ou do conector USB-C (no caso dos Androids e do iPhone 15 em diante) ou Lightning (para iPhones 14 e anteriores). E aí é mais um estrago em potencial. Não use o cabo com o aparelho molhado. Com isso, os pinos do conector ou do cabo podem ser corroídos, causando dano permanente ou interrompendo o funcionamento, ressalta a Apple. Não use fontes de calor: evite qualquer fonte externa de ar, seja quente, como secador de cabelos, ou frio (ar comprimido) para tentar remover o líquido. O vento quente do secador pode descolar a tampa traseira do equipamento e outros componentes internos. Qual o nível de proteção do seu aparelho? Telefones mais antigos tinham partes móveis, como tampas, gavetas para cartões de memória e baterias removíveis. E eram mais suscetíveis a danos por umidade. Os aparelhos mais modernos têm poucas partes móveis e fica tudo “travado” em uma única peça. Esse tipo de projeto ajuda a impedir entrada de água, mas ainda deixa alguns espacinhos livres: as aberturas dos alto-falantes, do microfone, da gaveta para o cartão SIM da operadora e o conector do cabo de energia. Os fabricantes de smartphones passaram a certificar os equipamentos pela classificação IP. Esse é um código criado pela IEC (Comissão Eletrotécnica Internacional, em inglês) que ajuda a identificar a proteção e a resistência dos aparelhos contra poeira, impacto e líquidos. A informação da classificação é fornecida pelos fabricantes, mas não garante que os aparelhos estejam 100% protegidos – cada caso é um caso. O primeiro dígito da classificação informa a proteção contra objetos sólidos. O segundo dígito, a proteção contra água: O que significam os números na proteção IP? Aparelhos mais caros são resistentes à água, com a classificação IP67 (profundidade máxima de 1 metro por até 30 minutos) ou IP68 (profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos). Ou seja, dá para dar um mergulho rápido para tirar uma foto embaixo da piscina sem ficar com medo de danificar o aparelho. A proteção IP69 adiciona proteção contra jatos de água em alta pressão e temperatura. Mas, se passar do tempo, esse mesmo “mergulho" pode estragar mesmo o aparelho e levar à perda da garantia. "O dispositivo pode ficar encharcado”, complementa a Samsung. A exposição a condições fora desses parâmetros não está coberta pela garantia, comenta a Motorola. Celulares mais básicos contam com a classificação IP53 ou IP54, que garante proteção contra poeira, borrifos ou respingos de água. Um exemplo com essa proteção é a linha Redmi, da Xiaomi– mas esses não podem ficar imersos para enxague. No caso, não se deve mergulhar com o celular a menos que exista a necessidade de remover impurezas caso ele caia na água, como orientado mais acima. Veja a seguir uma lista com 10 smartphones com proteção IP68 e IP69, segundo as fabricantes. Os preços dos aparelhos começavam em R$ 2.400 e chegavam até R$ 10.500 nas lojas on-line consultadas no meio de janeiro. iPhone 16e iPhone Air Jovi V50 Moto G86 Moto Edge 60 Neo Oppo Reno 14F Dark Side Realme 15T Galaxy S25 Galaxy S25 FE Xiaomi Redmi Note 15 Pro Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

FONTE: https://g1.globo.com/guia/guia-de-compras/tecnologia/celulares/celular-caiu-na-agua-saiba-o-que-fazer.ghtml


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